segunda-feira, 25 de maio de 2015

Entrevista com educador.

1- Qual seu nome e quanto tempo leciona(ou)?
2- Durante o tempo docente, já teve oportunidade de trabalhar em sala com inclusão, física ou mental? Comente sobre a questão.
3- Você se sentiu segura quando a equipe pedagógica lhe informou a inclusão em sua sala de aula?
4- Como se preparava para o primeiro dia de aula, em relação a inclusão, diante dos demais alunos da sala?
5- Diante da situação, trabalhava-se formas para desenvolver as competências sociais das crianças, e assim formar laços de amizade e evitar bulling? Comente sobre a questão.
6- A escola possuía infraestrutura e equipes profissionais para atender crianças com deficiências?
7- Quais foram os principais desafios, que você enfrentou à lidar com a inclusão? Comente um pouco a questão.


A educadora Rita de Cassia de Carvalho Moraes, de 43 anos atuou desde 1993, com alguns intervalos e esse ano não está lecionando. Na entrevista a docente, diz que já teve oportunidade de trabalhar em uma escola de inclusão, no inicio de carreira e o primeiro emprego da profissão , onde trabalhou cinco anos com maternal e extinto pré. Diz que, ainda hoje, a escola funciona como Instituto Branca de Neve, e que continua prestando assitencia para crianças e jovens portadores de necessidades especiais.
A professora comenta que não se sentiu segura no primeiro momento,principalmente por estar começando sua profissão, mas que, informaram que teria um apoio, deixando-a mais tranquila.
Diante da preparação com os demais alunos de sala, Rita diz que teve sorte, pois a escola já era inclusiva, portanto as crianças lidavam muito muito bem com isso. Rita comenta ainda que, durante todo o tempo que esteve lá, ficava preocupada por sentir-se não qualificada, para realizar um trabalho de excelência com os alunos de inclusão. Ao mesmo tempo tinha um planejamento a seguir com os conteúdos pertinentes á educação infantil e precisava trabalhar com os ditos "normais", isso não foi tarefa fácil, mas Rita procurou dar o melhor dela, para todos os alunos.
Professora Rita, diz que a escola sempre teve preocupação de os demais alunos, não fazer diferença, e os profissionais que lá trabalhavam tinham também este perfil, então, enturmavam as crianças, brincavam juntos, contavam histórias e todos participavam de todos os momentos, inclusive passeios, as crianças "normais" tinham prazer em auxiliá-las com os alunos especiais, assim estreitavam-se os laços dia a dia.
A escola recebia alunos inclusos em todas as turmas Os docentes contavam com auxilio de profissionais especialistas para desenvolver um trabalho com estas crianças. Entre eles, psicóloga, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional, que faziam visitas semanais e orientavam nós professoras.
A docente cita um dos principais desafios que enfrentou, referente a inclusão. Rita diz que a maior dificuldade foi em relação a parte pedagógica, pois não possuía conhecimento para lidar com tantas patologias diferentes, necessidades diferentes , então teve que pesquisar muito e buscar com profissionais da área, auxilio para realizar algum trabalho pedagógico com eles, mas mesmo assim, não achava suficiente. Pois no ponto de vista dela, esses alunos necessitavam de um docente especialista também, e não só necessitavam, como mereciam ser assistidos por alguém com conhecimentos específicos para se desenvolverem pedagogicamente, mas, a parte social e afetiva das crianças, a educadora esclarece que foi muito bem desenvolvida.

domingo, 24 de maio de 2015

Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos.






Guilherme tem 10 anos, e seu amigo tem dificuldade de aprender. Iniciou a amizade jogando futebol, e as semelhanças é jogar bem no futebol.
Pedro Henrique tem 9 anos, estuda desde 4 anos com seu amigo, a amizade aconteceu se comunicando. Relata que seu amigo reage diferente e gosta de ficar muito sozinho. Trata ele normal, mas quando precisa, defende dos demais. Na semelhança Pedro diz que o lanche da cantina, sempre é igual ao seu.




Gabrielly tem 8 anos, diz que sua amiga tem um probleminha de audição ,  conheceram-se conversando na escola e  sua semelhança com a amiga é os cabelos cacheados.











Larissa tem 8 anos também, e retrata a mesma amiga de Gabrielly. Onde diz que sua amiga é diferente porque nasceu assim. Mas trata ela normal como outros amiguinhos, e as suas semelhanças é as brincadeiras e gostar de bonecas. 











Beatriz tem 9 anos, e diz que seu amigo tem uma deficiência mental, nas provas ele tem dificuldade e tira nota baixa. Ele é muito especial pra ela, porque ainda guarda com carinho uma cartinha que ela deu à ele. 

Perguntas feitas aos alunos com o tema "Meu amigo diferente é especial".

1- Por que seu amigo é diferente ?
2- Como iniciou sua amizade?
3- Como você trata seu amigo?
4- Por que seu amigo é especial pra você?
5- O que seu amigo tem de semelhança de você?









Lívia tem 9 anos, e diz que sua amiga é especial, porque é muito amorosa. E que a semelhança entre elas, é gostar de "rolar no colchonete" na aula de educação física.

" MEU AMIGO DIFERENTE É ESPECIAL"


Inclusão Social é o conjunto de meios e ações que combatem a exclusão aos beneficios da vida em sociedade, provocada pela classe social, origem geográfica, educação, idade, deficiência ou preconceitos raciais. Inclusão Social é oferecer aos mais necessitados, oportunidades de acesso a bem e serviços dentro de um sistema que beneficie a todos e não apenas aos mais favorecidos no sistema meritocrático vigente na sociedade.
No ambito, de deficiência física ou mental, hoje a inclusão de crianças deficientes no ensino regular,    estão cada vez mais presente na educação nacional.
O respeito às diferenças e a formação de amizades , não ocorre imediatamente e sim com um longo processo de trabalho, partindo principalmente da competência da escola inclusa.
 Através de relatos abaixo, de pequenos estudantes, podemos perceber que hoje os mesmos, estão mais preparados para a vida adulta, onde :

  • desde cedo assimilam, que pessoas, famílias e os espaços sociais são homogêneos e que as diferenças são enriquecedoras para o ser humano;
  • adquirem grande senso de responsabilidade e melhoram o rendimento escolar;
  • têm acesso bem mais amplo de papéis sociais ;
  • perdem o medo e o preconceito em relação ao diferente, assim desenvolvendo a cooperação e a tolerância.